Os incêndios que assolam o território australiano desde setembro do ano passado têm levado pessoas por todo o mundo a apelar a uma maior atenção global.
A Austrália regista todos os anos incêndios florestais, mas este ano as chamas chegaram mais cedo, alimentadas pela seca e um verão muito quente e seco.
Para os cientistas, o aquecimento global é um dos principais fatores desta crise, bem como plantas muito secas e ventos fortes.
Pelo menos 24 pessoas morreram e cerca de duas mil casas ficaram destruídas no estado mais populoso, no sudeste da Austrália, onde 135 fogos continuam a arder, incluindo quase 70 por controlar.





































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